30/04/2015

[O mundo é uma droga]. Vamos ver a lua.

Vivemos em um mundo onde as pessoas não conhecem o imagimundo; um mundo onde as pessoas não se importam com os livros e com as outras pessoas. Vivemos neste mundo em que o mundo é dono do mundo e ninguém. Vamos ler, vamos viver.
      Não sabemos para onde vamos nem de onde viemos, mas sabemos que ninguém se importa - realmente - com ninguém. Sabemos que o mundo está de cabeça para baixo, mas nós permanecemos com a cabeça lá em cima. Permanecemos com a cabeça nas nuvens, imaginando coisas que não fazem sentido. Consequências de viver no imagimundo.
      Percebemos que a vida às vezes não faz sentido, porém estamos vivendo para aprender e aprendendo a viver. Não sabemos realmente o que o mundo quer de nós, mas vivemos na esperança de, um dia, sermos ricos. Sei que o mundo está de cabeça para baixo, mas o que importa? O mundo é uma droga e eu vou é ver a lua.

23/04/2015

[Made] In Coração

Robôs, máquinas, equipamentos, internet, vida, amigos, conversas, mundo, descobertas...
Tudo tem um significado quando falamos em viver. Pessoas são robôs quando pensamos em internet, máquinas, cujo os donos são robôs que trabalham para a fabricação de um papelzinho que mexe com a cabeça de todos à sua volta. Um que tem a cara de alguém, alguém que já recebeu a visita de um ser das trevas que conhecemos como Morte. Ela anda por ai com cédulas e mais cédulas de dinheiro, mas seu rosto está estampado nas cédulas.
Podemos pensar em mais algo que mexe como a cabeça do ser humano, ser esse que nasceu para pensar e sentir. Hoje só pensa, e em si. É algo que move pessoas a fazer loucuras, leva as pessoas a brigarem por outras pessoas, leva as pessoas a mandarem uma carta para a Dona Morte com endereço e horário marcados. É um sentimento que faz os poetas se sentirem mais impunes, faz com que coloquem o lápis no papel e transbordem imaginação.
Se não conseguem pensar no que estou tentando lhes falar, então perderam tempo lendo isto. Perderam seu tempo com palavras inúteis e sem sentido. Coisas sem sentimento. E é esse sentimento que vou deixar que descubram, que pensem, que sofram, que escrevam, e, o mais importante, que sintam. E que sintam intensamente.