Robôs, máquinas, equipamentos, internet, vida, amigos, conversas, mundo, descobertas...
Tudo tem um significado quando falamos em viver. Pessoas são robôs quando pensamos em internet, máquinas, cujo os donos são robôs que trabalham para a fabricação de um papelzinho que mexe com a cabeça de todos à sua volta. Um que tem a cara de alguém, alguém que já recebeu a visita de um ser das trevas que conhecemos como Morte. Ela anda por ai com cédulas e mais cédulas de dinheiro, mas seu rosto está estampado nas cédulas.
Podemos pensar em mais algo que mexe como a cabeça do ser humano, ser esse que nasceu para pensar e sentir. Hoje só pensa, e em si. É algo que move pessoas a fazer loucuras, leva as pessoas a brigarem por outras pessoas, leva as pessoas a mandarem uma carta para a Dona Morte com endereço e horário marcados. É um sentimento que faz os poetas se sentirem mais impunes, faz com que coloquem o lápis no papel e transbordem imaginação.
Se não conseguem pensar no que estou tentando lhes falar, então perderam tempo lendo isto. Perderam seu tempo com palavras inúteis e sem sentido. Coisas sem sentimento. E é esse sentimento que vou deixar que descubram, que pensem, que sofram, que escrevam, e, o mais importante, que sintam. E que sintam intensamente.
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